Mendoza é a principal cidade da Rota do Vinho na Argentina. Veja nossas dicas para montar o seu roteiro de visita e aproveitar as vinicolas Mendoza, famosas principalmente pelos vinhos Malbec.

As Vinicolas Mendoza são um dos principais destinos quando o assunto é o enoturismo – viagens dedicadas à apreciação de vinhos. Considerada uma das Grandes Capitais do Vinho, Mendoza possui mais de 1200 vinícolas em atividade, e mais de 100 dessas estão abertas para visitação.

Mendoza é o foco da Rota do Vinho na Argentina. O território elevado, com média de 746 metros de altitude, está ao lado da Cordilheira dos Andes. De clima árido e solo ideal para vinicultura, a cidade é responsável por mais de 70% da produção de vinho argentino.

Entre as mais de 100 opções, selecionamos as 13 melhores vinícolas Mendoza pra você conhecer na sua viagem à terra do Sol e do bom vinho. Confira!

>> Leia mais sobre a cidade no nosso Guia Completo de Mendoza Argentina

Você vai encontrar neste post:

Regiões de Vinicolas Mendoza

As Vinícolas Mendoza são divididas por regiões. As principais são:

  • Região de Lujan de Cuyo – fica a aproximadamente 16 Km do centro e é onde estão concentradas a maioria das vinicolas Mendoza.
  • Região de Valle de Uco – um pouco mais distante de Mendoza, as vinícolas da região ficam a uma distância de 1h da cidade.
  • Região de Maipú – também próximo a Mendoza, acerca de 12 Km da cidade. É onde estão as mais modernas.

Como visitar as Vinicolas Mendoza?

A grande maioria das vinícolas em Mendoza oferece visita guiada, com explicação das etapas de produção e, claro, com a melhor parte: a degustação de vinhos!

As bodegas (como são chamadas as vinícolas na Argentina) oferecem diversos tipos de tours. O passeio com degustação pode ser fechado em pacotes com agências, diretamente com as vínicolas ou, em alguns casos, direto no hotel.

Os preços são variáveis. Existem pacotes de passeios com almoço harmonizado, outros com uma degustações mais requintadas… uma infinidade de opções! Eu fechei o pacote de excursão por 160 dólares/pessoa para cada região – este é o valor médio do pacote com visita em três vinícolas incluso um almoço.

A excursão é vantajosa pois inclui o transporte. Existem também a opção de contratar os Remis (motorista contratado por tempo e preço fechados). Já o táxi ou Uber são opções, mas pode ser difícil encontrar motorista na volta. Não recomendo ir de carro, já que você vai beber muito vinho, e bebida com direção não combinam! 😉

“Não bebam e dirijam, caras”

Quais vinícolas conhecer em Mendoza?

Mendoza é famosa por produzir os melhores vinhos Malbec do mundo. Além deste, as variedades Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Merlot, Bonarda e Syrah também são muito apreciadas.

Selecionamos algumas das melhores Vinicolas Mendoza, separadas por região, pra você montar o seu roteiro. Confira!

Roteiro Luján de Cuyo

Luján de Cuyo é a região que mais produz vinhos de alta qualidade. Por isso possui maior quantidade de vinícolas para visitar. Se tiver mais tempo em Mendoza, vale repetir a região para conhecer outras bodegas.

Outras opções são a Bodega Norton, Terraza de los Andes e Luigi Bosca.

Catena Zapata

A Catena Zapata foi pioneira no sucesso da produção dos vinhos argentinos. A atividade da vinícola se iniciou em 1902, mas deslanchou somente na década de 90, com a plantação das uvas Malbec. A partir dessa variedade, produzem diversos rótulos premiados e elevaram o status do vinho mendocino mundialmente.

É uma das bodegas mais procuradas para visita e degustação em viagens. Recebe tours em diferentes horários, e um dos pontos mais icônicos da bodega é a vista a partir da pirâmide de inspiração maia. Não tive a chance de visitá-la ainda, mas é um dos passeios mais imperdíveis nas vinícolas Mendoza!

Vista de edifício da Catena Zapata, uma das mais famosas vinicolas Mendoza. Foto da página oficial do Facebook. Vinicola Mendoza
A pirâmide da bodega Catena Zapata – Foto: Catena Zapata Facebook

Vistalba

Em Vistalba, tive um tour privativo com uma guia super simpática, que só falava espanhol, mas com uma fala tranquila e fácil de entender. A vista do local é linda, e a produção é mais artesanal. Além do vinho, também fabricam azeites e produtos de beleza feitos com o próprio azeite.

A sala de degustação da vinícola é subterrânea, com climatização natural. A parede é, literalmente, um corte na terra, onde podemos ver a composição do solo por camadas. Provei três vinhos e um espumante lá, e comprei um vinho Vistalba Corte B na lojinha (um dos meus preferidos).

#AnotaaDica: Em aplicativos de venda de vinho, a garrafa Corte B custa em torno de R$ 360. Comprando na Vistalba, paguei em duas garrafas o equivalente a R$ 146, com embalagem de proteção para viagem. Vale a pena!

Vista do muro de fachada da bodega Vistalba. Foto: Bruno Tavares
Fachada da bodega Vistalba – Foto: Bruno Tavares

Viña Cobos

A vinícola Viña Cobos tem uma escala de produção maior e, por tanto, um estilo mais industrial. As instalações são mais estruturadas e modernas, e as guias mostraram ser muito entendedoras de vinho, além de falarem português muito bem. Lá são produzidos vinhos mais finos, premiados e com altas pontuações, de Corte B para cima na classificação.

A aula sobre a produção vitivinícola foi a melhor que tive em todas as bodegas visitadas. As bebidas da degustação estavam espetaculares. Há diferentes tipos de visita com apreciação a serem escolhidas pelo visitante, com preços variados e vinhos diversos.

Vista dos tonéis de metal para vinho na vinícola Viña Cobos. Foto: Bruno Tavares do Dicas de Viagem.
Tanques da vinícola Viña Cobos – Foto: Bruno Tavares

Ruca Malen

A vinícola Ruca Malen fica bem ao lado da Viña Cobos. Foi a última que visitei no dia do roteiro em Luján de Cuyo, então aproveitei para almoçar no local. Nesta bodega fabricam alguns os vinhos que também são vendidos em território brasileiro. São bebidas mais comerciais, que não possuem preços tão elevados, mas são muito boas.

A experiência gastronômica é completa, com pratos assinados pelo renomado chef Lucas Bustos. O restaurante já foi premiado em 2013 como “a melhor experiência de restaurante em bodega do mundo”. O menu tem seis passos e é harmonizado com bebidas produzidas pela própria vinícola. Dentre os rótulos estão as linhas Yauquén, Ruca Malen e Kinién.

Vista de muro da fachada da bodega Ruca Malen em Mendoza, com plantações vitivinícolas e montanhas ao fundo, em dia de céu azul limpo. Foto de Bruno Tavares.
Fachada da bodega Ruca Malen – Foto: Bruno Tavares

Bodega Chandon

Pertencente ao grupo LVMH (Möet Hennessy Louis Vuitton), a Bodega Chandon é especializada na produção de espumantes. A famosa marca tem origem francesa, e o prédio é moderno com inspiração barroca. As cepas da vinícola são dominadas pelas variedades Chardonnay e Pinot Noir.

A visita é diferenciada por focar no processo de produção dos espumantes, com variedades de uva especiais. A vinícola também oferece o almoço harmonizado, além da degustação.

Essa foi uma das que não consegui visitar, mas está na minha lista para a próxima ida a Mendoza. #FicaDica: Como é bastante procurada, não se esqueça de reservar com antecedência!

Na imagem vemos duas garrafas de espumante Chandon, uma em balde com gelo, e outra sendo servida em taça. Ao fundo está a bodega Chandon. Foto do facebook da bodega. - Vinicola Mendoza
Espumantes Chandon – Foto: Chandon Argentina

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Roteiro Valle de Uco

O Valle de Uco é uma região mais afastada do centro de Mendoza. As vinícolas do local são diferenciadas, porque produzem uvas em altitudes mais elevadas. Aqui algumas indicações:

Salentein

A bodega Salentein está localizada a 1200 metros de altura, no centro dos vinhedos do Valle de Uco. É uma das mais tradicionais vinicolas Mendoza. Foi projetada em formato de cruz, para facilitar a produção dos vinhos. Lá existem câmaras subterrâneas, a cerca de 9 metros abaixo da terra.

Salentein possui arquitetura arrojada e simétrica, com jardins e decoração com pedras, obras de arte e esculturas. As visitas duram pouco mais de uma hora, com explicação do processo de produção e degustação de vinhos produzidos no local. Não pude visitá-la, mas é uma ótima indicação para conhecer no Valle de Uco!

Vista da entrada de prédio da bodega Salentein, com vegetação seca na frente em dia de céu azul. Foto de David via Flickr. Vinicola Mendoza
Entrada da Bodega Salentein – Foto: David via Flickr

Andeluna

No dia em que visitei a bodega Andeluna dei azar por ser dia de eleição em toda a Argentina. O local estava vazio, e o tour foi um pouco desorganizado. Ao chegar, um guia nos recebeu e conduziu por um passeio mais simples, sem grandes explicações. A vista do local estava linda, com uma bela paisagem de outono com a Cordilheira ao fundo.

Nessa vinícola havia maior variedade de vinhos de branco e rosé. As bebidas, produzidas no local, são de primeira linha – considerados os vinhos mais baratos e menos requintados do mercado. Mesmo assim ainda são de boa qualidade. Vale a pena pela degustação mais diversificada.

Na imagem vemos o colunista Bruno Tavares à frente dos vinhedos secos com as cores do Outono na bodega Andeluna. Ao fundo a Cordilheira dos Andes. Foto do Bruno Tavares.
Vinicolas Mendoza no clima de Outono

Domaine Bousquet

A bodega Domaine Bousquet foi fundada pela família francesa Bousquet, tradicional na produção de vinhos. Buscando produzir bebidas de qualidade, escolheram investir em Mendoza. A produção é completamente orgânica, com tanques subterrâneos para economia com climatização.

A sustentabilidade da vinícola é toda explicada por um guia apaixonado por vinhos. Existe a opção de tour em inglês, mas deve ser agendado antes. Esta vinícola fica ao lado da Andeluna. As duas têm a mesma vista, então vale a pena escolher apenas uma das duas para visitar.

Construção na bodega Domaine Bousquet, em dia de céu muito azul e sem nuvens. Foto: Bruno Tavares.
A bodega Domaine Bousquet – Foto: Bruno Tavares

La Azul

Escolhi a bodega La Azul para o almoço harmonizado do roteiro no Valle de Uco. O ambiente do restaurante é mais descontraído e informal, com vinhos à vontade. Essa vinícola não oferece o tour de visita com degustação. Mas o almoço harmonizado eu super recomendo!

O menu oferece pratos típicos deliciosos, como empanada e choripan, tudo bem caseiro. Os vinhos são ótimos e os de Gran Reserva são vendidos exclusivamente lá.

#FicaDica: Comprei 4 garrafas por R$ 67 cada uma, preço excelente. Fiz uma busca e descobri que alguns apps especializados importam esses vinhos exclusivos. Mas o preço fica até 4 vezes mais caro. Então, na sua viagem, aproveite para comprar quando estiver na bodega!

Na foto vemos a entrada do restaurante na vinícola La Azul. Há uma placa de lousa onde se lê "Bienvenidos a La Azul", algumas plantas, mesas e cadeiras. Foto: Bruno Tavares - Vinicola Mendoza
Bienvenidos a La Azul – Foto: Bruno Tavares

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Roteiro Maipú

Para garantir um passeio completo para nossos leitores, pesquisei e selecionei as melhores bodegas para incluir no seu roteiro de Maipú. Infelizmente não tive tempo de visitar a região durante minha viagem. Mas na próxima vez que for às vinicolas Mendoza, são essas que vou conhecer:

Bodega La Rural

A bodega La Rural existe desde 1885. Foi fundada por Felipe Rutini, um imigrante italiano pioneiro na plantação de videiras na região. Na década de 90, as instalações da vinícola foram revitalizadas para integrar novas tecnologias, sem perder as características de construção do século XIX.

Fora os vinhedos, a bodega também mantém um Museu do Vinho. Assim, além de uma visita às vinhas com direito à degustação, é possível conhecer registros históricos das vinícolas Mendoza. São cerca de 4500 peças expostas no local. Uma visita imperdível na região de Maipú!

Tonéis de madeira no Museu do Vinho da bodega La Rural, uma das Vinicolas Mendoza. Foto da página oficial da bodega no facebook. Vinicola Mendoza
Parte do Museo del Vino – Foto: Facebook La Rural

Família Zuccardi

Os vinhos Zuccardi são desenvolvidos pela família Zuccardi há três gerações. Quem toma conta da produção atualmente é o Sebastián Zuccardi. Desde 2008, a vinícola conta com um espaço de pesquisa e desenvolvimento para aprimorar a produção das bebidas. São realizados estudos sobre o solo e demais variações que incidem sobre a uva.

De acordo com Sebastián, a ideia é produzir vinhos que remetam ao local e à região mendocina. “São vinhos com identidade, e não vinhos perfeitos“, nas palavras do próprio líder da vinícola. Na visita é possível conhecer o vinhedo e saber mais sobre a produção dos vinhos Zuccardi.

Na imagem vemos três taças postas em uma pequena bandeja, com plaquinhas indicativas de vinho à frente. A taça do meio está sendo serviça com vinho ZuccardiQ. Ao lado há outra garrafa de vinho Zuccardi. Foto da página da bodega no Facebook. Vinicola Mendoza
Degustação na bodega Zuccardi – Foto: Zuccardi Valle de Uco Facebook

Casa El Enemigo (Bodega Aleanna)

A vinícola é comandada por Alejandro Vigil, renomado enólogo da bodega Catena Zapata, e Adrianna Catena, historiadora. Os dois amigos fundaram juntos a bodega Aleanna (junção dos nomes deles). A ideia era produzir uma bebida que unisse história e tradição. Assim nasceu o vinho El Enemigo – nome pelo qual a bodega também é conhecida.

O local é todo decorado com a temática da obra “Comédia Divina”, de Dante Alighieri. As paredes são de pedra e há barris como parte da decoração. Os espaços são chamados de Inferno, Purgatório e Paraíso, assim como no poema. Antes do Restaurante Paraíso – assinado pelo chef Santiago Maestro – há uma escada decorada com azulejos.

Vista da bodega El Enemigo no Outono, com vinhedos na frente da casa, e folhagem nas cores típicas da estação (vermelhas e amarelas). Foto da página oficial El Enemigo no Facebook. Vinicola Mendoza
Vinhedos na Casa El Enemigo – Foto: Facebook Casa El Enemigo
A escada decorada com azulejos na saído da ˜Purgatório" Vinicola Mendoza
A escada decorada com azulejos na saído da ˜Purgatório” na Bodega Aleanna

Trapiche

O edifício da bodega Trapiche, foi construído em 1912, com estilo florentino. Foi restaurado e revitalizado para receber visitantes de todo o mundo. O tour é uma homenagem às figuras importantes que tornaram possível a produção de vinho na cidade, e àqueles que ainda trabalham em prol disso.

Na vinícola, a agricultura é sustentável e baseada em práticas biodinâmicas. O objetivo é manter o equilíbrio ecológico, contribuir com a atividade bacteriana do solo e a diversidade biológica. A bodega é rodeada por 9 hectares de plantação de oliveiras e vinhedos.

Vista de prédio da bodega Trapiche, com jardim de flores lilás à frente. Foto de NMS_FW via Flickr. Vinicola Mendoza
A bodega Trapiche – Foto: NMS_FW via Flickr

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Dicas para montar seu Roteiro de vinícolas Mendoza

Algumas dicas para definir o seu roteiro:

  • Quando for planejar a ida às vinicolas Mendoza, escolha uma região por dia. Elas são distantes entre si, e tentar fazer mais de uma vai te deixar muito tempo na estrada.
  • Outro ponto importante é a quantidade de bodegas. Escolha duas ou três, no máximo, ou siga de acordo como você lida com o álcool. Nas degustações você vai provar muito vinho, então pense na qualidade do passeio, e não na quantidade de vinícolas visitadas! Exagerar pode estragar a experiência.
  • Agende também um almoço em alguma das vinícolas, vale muito a pena!
  • Minha sugestão é agendar a primeira vinícola para o final da manhã, participar de um almoço harmonizado na segunda vinícola, e conhecer a terceira no meio da tarde. Outra boa opção é iniciar as visitas mais cedo e deixar para almoçar na última vinícola.

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Onde ficar quando for visitar as vinícolas Mendoza

Muitas das vinícolas em Mendoza oferecem hospedagem na própria propriedade. A experiência é única e muito agradável. Se estiver procurando um hotel mais relaxante e afastado do centro da cidade. Uma boa opção de hospedagem em vinícolas é o hotel Entre Cielos Mendoza.

No centro também existem boas opções de hoteis em Mendoza para sua estadia. São mais afastados das vinícolas, porém próximos das atrações da cidade.

>> Eu fiquei hospedado e contei toda a minha experiência no post Entre Cielos Mendoza – Uma Estadia em Meio às Vinícolas

>> Leia mais onde ficar no post Hoteis em Mendoza que adoramos e indicamos: do econômico ao luxo.

Festa Nacional de la Vendimia (Festa do Vinho)

A Festa da Vendimia é um festejo tradicional, realizado todo primeiro sábado de Março. A celebração teve origem no costume de celebrar os frutos e a produção dos vinhos, no fim da época da colheita.

A comemoração tem alguns momentos marcantes, como a Benção dos Frutos, o desfile e coroação da Rainha da Vendimia, o Carrossel da Colheita e o Ato Central. Este último é o mais animado, com diversos shows e apresentações, e se repete nos últimos dias do evento. Ao fim da festa há queima de fogos no Cerro de la Glória.

#FicaADica: Durante a festa a cidade fica mais cheia, então pode ser mais difícil encontrar opções de acomodação mais variadas. Se tiver interesse de participar do festejo, a sugestão é planejar a viagem cedo e reservar a hospedagem com antecedência.

>> Veja aqui opções que recomendamos de Hoteis em Mendoza

Parte do festejo nacional da Vendimia, em Vinicola Mendoza - Foto: Javinaselli via Wikimedia
Parte do festejo nacional da Vendimia, em Mendoza – Foto: Javinaselli via Wikimedia

Uma Curiosidade – Olivícolas em Mendoza

Mendoza também é casa de alguns produtores de azeite de oliva. Dentre as opções de olivícolas com visita e degustação, destaca-se a Olivícola Laur, produtora de um azeite premiado. O Laur Gran Mendoza é considerado o “Malbec” dos azeites argentinos.

A maioria das olivícolas ficam localizadas na região de Maipú. Outras de destaque são a Olivícola Simone, a Olivícola Pasrai e a Olivícola Maguay.

Se sua viagem for mais longa ou você se interessar por azeites, a visita é muito indicada. A experiência é única e especial. E recomendo que você experimente colher uma azeitona do pé e provar – a sensação é muito singular! Depois nos conte aqui nos comentários o que achou 😉


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Em foto, vemos cinco frutos de oliveira de tons escuros, com fundo verde. Ao fundo existem azeitonas totalmente verdes e folhas da árvore. Foto: Jorge Gobbi via Flickr.
Azeitonas no pé em Olivícola de Mendoza – Foto: Jorge Gobbi via Flickr

O quer em Mendoza além das vinícolas

Quem quiser fugir da rota do vinho de vinicolas Mendoza não vai ficar sem ter o que fazer. Mesmo sendo a capital do vinho na Argentina, a cidade oferece muitas outras atividades para todos os gostos.

Com uma estrutura turística de referência, Mendoza proporciona experiências diferentes nas quatro estações do ano. Durante o Inverno é possível esquiar e aproveitar a neve. Já o Verão é a época ideal para quem deseja se aventurar pelas montanhas eternamente geladas.

>> Leia mais opções de atrações e dicas no post O Que Fazer em Mendoza

O que você PRECISA saber ANTES de ir para Mendoza

Você está cheio de coisas para pensar e ainda tem que planejar a viagem inteira? Ou você já viu tudo, mas está com aquela conhecida sensação “Será que esqueci alguma coisa?”

Então calma, nós te ajudamos com alguns itens que você não pode esquecer antes de embarcar para a Argentina.

1) Seguro Viagem é INDISPENSÁVEL

Onde Comprar: SEGUROS PROMO

Já pensou ter que pagar despesas médicas ou precisar desembolsar fortunas por contratempos na viagem? Nós já soubemos de diversos casos de pessoas que passaram por isso.

Apesar do seguro viagem não ser obrigatório para entrar na Argentina, a contratação de um plano é altamente recomendada. O Seguro Viagem é baratinho e um investimento necessário para te livrar de problemas maiores que podem acontecer durante as férias.

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2) Como ter internet ilimitada durante a viagem

Onde Comprar: EASYSIM4U

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3) Já marcou sua hospedagem?

Onde Comprar: BOOKING.COM

Se você ainda não marcou sua hospedagem, a dica é comparar hotéis, hostels e pousadas no Booking.com. Essa é a maior plataforma de reservas de hotéis do mundo, garantindo uma experiência segura e ótimas ofertas em acomodações.

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4) Alugue carros com os melhores preços

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Além disso, fique muito esperto ao fechar com outros comparativos de locadoras de carro. Isso porque os preços geralmente são cobrados em dólar e fecham com o seu cartão. Se o dólar subir, o preço do seu aluguel de carro também sobe.

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