Israel é um destino de mil faces, ideal para todos os tipos de viajantes e para todos os gostos, mas antes de comprar suas passagens e fazer as malas, veja tudo o que você precisa saber para viajar à Israel.

Se você quer uma vida noturna intensa em uma cidade cosmopolita, você irá se apaixonar por Tel Aviv. Se você busca espiritualidade conhecendo o berço de muitas religiões, então Jerusalém é o lugar pra você. Já se você é um amante de trilhas e natureza, prepare-se para não querer ir embora do deserto Neguev. Israel tem pra todos os gostos!

As opções são muitas, no entanto, antes de comprar suas passagens e fazer as malas, veja aqui tudo o que você precisa saber para viajar à Israel.

Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

Locais festejando o dia de Jerusalém

PASSAPORTE, VISTO E ALFÂNDEGA

Até pouco tempo atrás, a primeira preocupação de quem viajava para Israel era que isso poderia gerar problemas na entrada de outros países futuramente. A boa notícia é que esse problema já não existe mais.

O visto israelense para brasileiros e para a maioria das nacionalidades é emitido gratuitamente na entrada do país. Mas ao contrário do que é de praxe, o visto vem em forma de cartão que é apresentado separadamente, não deixando qualquer carimbo ou vestígio da sua visita à Israel no passaporte. Um pouco triste para quem adora colecionar carimbos, como eu, mas sem dúvidas é por uma boa causa.

A entrada no aeroporto Ben-Gurion, em Tel Aviv, é bastante tranquila, mas eu não posso dizer o mesmo da saída, que conta com um dos serviços de segurança mais severos que eu já passei (e eu já estive em região de guerra). Para evitar transtornos, é extremamente importante respeitar as 3 horas de antecedência ao embarque que são sugeridas em voos internacionais, e recomendo que prepare uma dose extra de paciência para ter sua bagagem de mão minuciosamente inspecionada. #Dica: leve o mínimo possível na mão porque eles olham absolutamente TUDO!.

Além da inspeção, você passará por uma série interminável de perguntas de todos os tipos de relevância (juro que só faltou perguntarem a cor da minha roupa íntima ou se eu tinha uma bomba escondida nos meus rins). Por mais que a gente entenda que este procedimento todo é fundamental para nossa própria segurança, é muito fácil perder a paciência, portanto se você quer sair de lá rapidamente, sugiro que responda com seriedade à todas as perguntas por mais irrelevantes que elas possam soar.

Lembre-se que, como em todas as viagens internacionais, seu passaporte precisa ter validade mínima de seis meses.

Dica: Se você tem o passaporte novo, ele é provido de um chip que irá facilitar todo o processo e evitar um desgaste desnecessário nas longas filas da alfândega. Chegando lá, basta dirigir-se até a máquina especial para a emissão do cartão/visto e fazer por conta própria. Caso tenha dúvidas, não deixe de perguntar para algum funcionário, pois foi assim que descobri sobre a máquina e poupei bastante tempo.

Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

Chegando em Tel Aviv

MOEDA

A moeda utilizada em Israel é o Novo Shekel Israelense (lá eles falam somente “Shekels”). Ao contrário da maioria dos países, o câmbio varia muito pouco entre as casas de câmbio do aeroporto e das cidades, portanto não precisa ficar receoso ao trocar uma quantia um pouco maior no aeroporto porque lá as taxas costumam ser honestas.

Além disso, Israel é um país muito seguro e quase não se ouve falar sobre assaltos ou roubos (é claro que você não precisa largar sua carteira dando sopa na mesa pra testar, cuidados básicos são sempre bons), então pode ficar tranquilo andando somente com dinheiro, e assim você pode fazer um favor à você mesmo evitando as taxas abusivas do uso de cartão de crédito internacional. Eu usei somente dinheiro em toda a viagem, mas é bacana ter um cartão para emergências ou casos específicos.

Se você prefere usar cartão de crédito ou VTM (Visa Travel Money) por segurança, quase todas as bandeiras são vastamente aceitas. Lembre-se de informar seu banco sobre a viagem para evitar bloqueios e certifique-se sobre todas as taxas adicionais, especialmente para saques internacionais caso você não esteja familiarizado com essas taxas, para não ter uma surpresa desagradável quando sua conta chegar.

IDIOMAS

Israel tem dois idiomas oficiais: o hebraico e o árabe.

Apesar do inglês não ser um idioma nacional, eu não tive nenhum problema para encontrar algum nativo que falasse inglês ou que ao menos conseguisse se comunicar razoavelmente. Os israelenses são muito amáveis, inteligentes e adoram ajudar, então mesmo que você dependa da boa e velha mímica, comunicação não é um grande problema por lá.

Muitos israelenses também falam ou entendem espanhol e às vezes até arriscam um pouco de português, curiosamente porque as telenovelas latinas são extremamente populares em Israel e são exibidas em idioma original com legendas em hebraico.

Um fato engraçado e bonitinho é que os israelenses têm um sotaque bem específico quando falam inglês, que estranhamente soa como…… francês! Très chic! 🙂

Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

SHABAT & FERIADOS

Antes de tentar pensar em um roteiro e decidir como você vai se locomover no país, é muito importante ter em mente que a rotina em Israel é totalmente diferente da nossa. Isso se dá principalmente pelo dia de descanso semanal no judaísmo e o que isso significa para eles.

O Shabat, ou “Sabá” em português, é de onde tem origem a palavra Sábado, que em hebraico remete à cessação, descanso e inatividade – é daí também que vem a palavra “sabático”.

Poderia ser o que o domingo significa para nós, mas na religião judaica, isso implica abster-se de atividades de trabalho com muito mais rigor. Já para nós, turistas, isso implica em uma grande dor de cabeça caso você precise pegar um transporte público, comprar comida ou usar outros tipos de serviço.

Pra você ter uma ideia, os judeus ultraortodoxos levam isso tão ao pé da letra que, durante o Shabat, eles nem sequer acendem a luz de suas casas ou apertam a descarga porque isso seria considerado trabalho – e, claro, atividades sexuais estão totalmente fora de cogitação.

O Shabat começa a partir do pôr-do-sol de sexta e vai até o pôr-do-sol de sábado, e obviamente isso varia conforme a época do ano e o lugar onde você está, pois vai de acordo com o horário do entardecer. Apesar de eles seguirem esse princípio, é muito comum que as pessoas já parem de trabalhar na sexta depois do almoço, portanto fique atento à isso.

Como Tel Aviv é uma cidade cosmopolita, muitos bares e restaurantes funcionam normalmente durante o Shabat, mas não há nenhum meio de transporte além de táxis particulares (que geralmente tem motoristas árabes) no país inteiro. Nas demais cidades, o Shabat é mais tradicional e quase ninguém trabalha.Essa mesma regra também se aplica para qualquer feriado religioso.

Eu já sabia um pouco sobre o Shabat e achava interessante, mas o problema foi que eu não pensei nisso na hora de agendar minhas passagens, ou talvez não dei atenção porque não pensei que isso fosse tão rigoroso.

Eu aprendi minha lição sobre o Shabat quando passei um pouco de sufoco para voltar de carona de Mitzpe Ramon para Tel Aviv (são cerca de 2h30 de viagem) porque eu tinha que estar em Tel Aviv na manhã seguinte.

Conseguir voltar para Tel Aviv durante o Shabat foi pura sorte e o meu voo de regresso saia de lá no dia seguinte: domingo. Teoricamente não teria problemas de transporte, uma vez que o Shabat já tinha acabado, mas o azar foi que este domingo caiu justo em um feriado religioso. Absolutamente nenhum meio de transporte estava funcionando e a consequência foi o táxi mais caro de toda minha vida (cerca de R$100 por menos de 15 minutos de corrida) saindo do centro de Tel Aviv para o aeroporto.

Claro que os preços normalmente não são tão caros assim, mas durante um dia de descanso é impossível negociar um valor melhor quando não existe outra opção disponível.

Algumas dicas:

• Se você não estiver planejando alugar um carro para se locomover, tente fazer com que sua chegada e saída do país seja em qualquer outro dia da semana que não seja entre sexta e sábado.

• Meu caso foi atípico e realmente dei azar, mas não custa nada pesquisar sobre possíveis feriados durante sua estadia.

• Seja Shabat ou feriado, tente programar sua viagem de forma que você não precise se locomover nestas datas e procure fazer outras atividades, assim isso não será um transtorno e você não vai perder um dia precioso em Israel.

Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

Shabat se inicia no pôr do sol de toda sexta feira e termina no por do sol de sábado! Fique atento.

SEGURANÇA

Eu sou uma pessoa que não me sinto nada confortável com a presença de armas de fogo, mas acho que mesmo que você não se importe, é impossível este detalhe passar despercebido em Israel. Estou te adiantando isso para que você não fique chocado quando chegar lá e ver mais armas que você jamais imaginou ver na vida.

O motivo de tanto armamento é tão curioso quanto triste: pelo país ser parte de uma região de constantes conflitos, TODO jovem israelense, seja homem ou mulher, é obrigado a prestar serviço militar ao completar 18 anos. As únicas exceções são os judeus ultraortodoxos, cidadãos árabes ou mulheres casadas.

Após saírem do exército, estas pessoas continuam com licença e podem andar armadas. O resultado disso é uma quantidade um pouco assustadora de pessoas fortemente armadas andando naturalmente pelas ruas, shoppings, trens, ônibus, mercados… é realmente corriqueiro.

Mas fique tranquilo! Ao contrário do que nos é natural pensar, isso traz muito mais segurança para o país e não o oposto – depois de um tempo você até se acostuma e começa a achar isso normal. Além disso, as cidades mais turísticas de Israel já não possuem conflitos há um bom tempo e o território de risco é muito bem demarcado e consideravelmente longe dos lugares que você irá visitar – acredite, os turistas não são alvos nos conflitos políticos, geográficos e religiosos. Uma das vezes que perguntei sobre isso, um local me deu uma resposta simples porém pertinente: “eles tão pouco se lixando pra você!” Hehe

É óbvio que é bom buscar informações e ter conhecimento da situação atual, afinal, trata-se de uma região um pouco delicada, mas garanto que você se sentirá muito mais seguro lá do que nas grandes cidades do Brasil, por exemplo.

Dica: durante a viagem, sempre que tiver qualquer dúvida ou preocupação, informe-se com os locais pois eles são os que mais poderão te auxiliar e também te deixarão muito mais tranquilos. 🙂

Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

A impressionante naturalidade com a qual o povo israelense carrega suas armas.

COMO SE VESTIR

Estas dicas são especificamente destinadas para sua estadia em Jerusalém ou caso queira visitar a Palestina, e são mais relevantes para mulheres.

Em geral, Israel é um país bastante aberto e muito próximo à cultura européia em comportamento e modo de se vestir sem qualquer restrição, mas aqui estamos falando da parte religiosa do país e, não apenas isso, estamos falando do berço de muitas religiões e um dos lugares mais sagrados do mundo.

Eu não tenho nenhuma religião e você pode também não ter, mas é importante lembrar que você estará visitando a Terra Santa e ter respeito com as múltiplas religiões ali presentes é fundamental, independente de suas crenças.

Enquanto passeia pela cidade antiga de Jerusalém, você pode andar com a roupa que preferir, lembrando que bom senso nunca é demais e é bacana vestir-se de forma modesta, mas tenha em mente que você só poderá entrar em alguns locais sagrados, como a Igreja do Santo Sepulcro ou o Muro das Lamentações, se estiver de acordo com os padrões impostos.

O “dresscode” é muito simples!

Para mulheres: ombros cobertos, sem grandes decotes, calça “larguinha” ou saia abaixo do joelho.
Alguns poucos lugares podem exigir que a mulher cubra os cotovelos e use saia ao invés de calça, seguindo a vestimenta tradicional no Judaísmo. Se a mulher cobrir a cabeça com um lenço, também é de bom tom, apesar do adereço ser obrigatório apenas entre mulheres judias casadas.

Para homens: ombros cobertos, cabeça coberta e preferencialmente calça longa, embora eles sejam mais flexíveis quanto à isso. Alguns lugares oferecem um “Quipá”, aquele pequeno chapéu que os judeus usam, mas qualquer tipo de chapéu ou touca também serve.

Fora da cidade antiga de Jerusalém, a liberdade é outra e tudo é permitido!

No entanto, situe-se no mapa da cidade antes de sair batendo perna por lá para não correr o risco de entrar por engano em um dos bairros judeus ultraortodoxos. Você provavelmente vai perceber se isso acontecer porque, de uma hora pra outra, todos os homens estarão vestindo terno escuro e um grande chapéu preto mesmo que debaixo de 40 graus. Mas se isso acontecer e você (mulher) não estiver com uma vestimenta tradicional (saia abaixo do joelho e cotovelos cobertos), é melhor apressar o passo e sair de fininho de lá se não quiser levar tomatadas, cuspidas ou ovadas na cabeça! Parece engraçado, mas não, eu não estou brincando!

Confesso que fiquei muito curiosa para conhecer os bairros, mas eu não tinha roupa 100% adequada então preferi não arriscar e continuar vivendo sem a experiência do tomate na cabeça, hehe.

Dica: Se sua visita for durante o verão, leve um par de lenços com você ou até uma canga, se tiver que improvisar. O calor costuma ser muito forte então essa é uma alternativa para que você possa vestir roupas mais frescas e cobrir as pernas ou os ombros quando necessário. Eu sempre carregava dois lenços por via das dúvidas.

Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

DAY TRIP PARA JORDÂNIA

Apesar de não se tratar de Israel, decidi incluir essa informação pois a grande maioria das pessoas que viaja para Israel, também aproveita para dar uma esticadinha até sua vizinha Jordânia, ou pelo menos costumava ser assim até o início de 2016, quando este cenário mudou um pouco.

Veja mais no nosso post Explorando a Jordânia: como visitar Petra

Para nossa infelicidade, passou a ser obrigatório ter visto para cruzar para a Jordânia e isso vale para qualquer nacionalidade, o que dificulta bastante a “day trip” que até então era bastante popular de Israel pra lá.

O visto precisa ser tirado no país de origem antes da viagem, caso contrário também existe a opção de adquirir um passe diário que tem um precinho bem salgado:

• US$99 para 1 dia de visita na Jordânia
• US$106 para 2 dias
• US$113 para 3 dias

Os preços incluem a entrada em Petra, que normalmente tem preço separado para a visita. Para informações mais detalhadas, acesse o site oficial.

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Mar morto

ONDE SE HOSPEDAR EM ISRAEL

Muitas vezes, se hospedar no local certo e encontrar pessoas legais e generosas que te ajudem na hora de planejar seus dias no local faz toda a diferença na experiência da viagem como um todo. Esse foi meu caso com Israel então vou recomendar aqui os lugares onde me hospedei pois tive uma excelente experiência com todos eles.

JERUSALÉM: THE POST HOSTEL

Localizado na parte moderna da cidade e a poucos metros de uma das entradas da antiga Jerusalém, o The Post é um dos melhores hosteis que eu já fiquei em todos os quesitos: comodidade, design moderno e divertido, café da manhã excepcional (fiquei seriamente viciada nesse café da manhã, hehe), ótima localização, atendimento exemplar, diversas atividades complementares… tudo realmente perfeito, um ambiente incrível que dispensa comentários!

Uma coisa que me chamou muita atenção por lá foi a diversidade de hóspedes, desde jovens mochileiros até idosos com andador ou cadeirantes, um detalhe muito interessante que não teve como passar despercebido pois nunca vi essa diversidade toda em um hostel.

Quando estiver por lá, não deixe de abusar um pouquinho de uma moça que trabalha na parte da manhã especialmente ajudando os hóspedes a aproveitar a cidade da melhor forma com dicas maravilhosas e um show de simpatia – corre risco de você fazer como eu e perder umas horinhas de passeio porque vai querer ficar lá batendo papo com ela! 🙂

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Israel dicas de viagem Foto: Patricia Schussel

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TEL AVIV: BEACHFRONT HOTEL

Apesar de se chamar hotel, o Beachfront está mais para um hostel com diversas opções de quartos compartilhados ou individuais. É bastante simples mas sem deixar de ser aconchegante e o grande diferencial é o que o próprio nome do hotel já diz: fica de frente para a bela praia de Tel Aviv, é só acordar, atravessar a rua e pronto, você está com os pés na areia.

O Beachfront Hotel não serve café da manhã, mas oferece diversos cupons de desconto para os estabelecimentos próximos, inclusive um cupom de café da manhã no restaurante ao lado que mais parece jantar pois é extremamente bem servido e delicioso. O nome do restaurante é em hebraico então vou ficar devendo essa, hehe, mas fica exatamente ao lado do hotel e o custo benefício é excelente – vale comprar apenas um prato e dividir entre duas pessoas.

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TEL AVIV: OVERSTAY HOSTEL

Eu estive duas vezes em Tel Aviv durante minha viagem e na segunda delas fiquei no Overstay Hostel, que foi uma experiência completamente diferente de onde fiquei na primeira vez. Além da localização que é muito próxima à Java, a região mais charmosa de Tel Aviv, o Overstay é um hostel bem rústico com um estilo hippie bem predominante onde muita gente fica lá só para curtir o ambiente.

O hostel conta com um terraço muito amplo e ensolarado com eventos diários e uma decoração no mínimo curiosa de dinossauros, extra-terrestres e coisas do tipo. É bem importante levar em consideração o estilo do hostel pois esse não é o tipo de lugar que agrada à todos, mas se você curte essa pegada mais “hipponga”, você vai se divertir por lá com certeza. Um café da manhã simples é servido na cozinha coletiva.

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MITZPE RAMON (DESERTO DE NEGEV): THE GREEN BACKPACKERS

Esse é daqueles hotels que você se sente em casa assim que entra e deixa ainda mais difícil a despedida desse lugar tão incrível que é Mizpe Ramon. Ideal para quem (como eu) valoriza lugares com responsabilidade ambiental e gosta de sentir o real ambiente onde está. Além disso, o casal que é dono do hostel é simplesmente encantador e com muita experiência nos longos trekkings da região desértica, sempre prontos para dar todo tipo de assistência e recomendação – pode ter certeza que isso é fundamental por lá!

Outro detalhe incrível que me encantou logo de cara é que toda sexta a noite, quando se inicia o Shabbat, todos os hóspedes são convidados para participar de um jantar coletivo de Shabbat onde cada um cozinha sua especialidade e os donos dão início ao jantar com algumas tradições judáicas dessa noite tão especial para eles. Vale a pena tentar programar sua estadia para estes dias para vivenciar mais essa experiência cultural!

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Ufa! Bastante coisa, né?! E isso é só o que você precisa saber antes da viagem, pra curtir ainda mais o que vem depois… Israel é um dos países mais apaixonantes que eu já visitei e só me resta encerrar este post com uma pergunta:

O que você está esperando para marcar a sua viagem? 🙂

A Patricia viajou a convite da agência de viagens Tourist Israel.

Por que vale contratar um seguro viagem para Israel?

Você não quer arriscar qualquer contratempo que possa estragar todo o planejamento de uma viagem! Você pode conferir as histórias de nossos colunistas que contam o por que vale a pena contratar um seguro viagem. De qualquer modo, o ideal em um Seguro Viagem é DIMINUIR RISCOS que podem acontecer em uma viagem. Os “extras” você pode escolher de acordo com a oferta da seguradora: que pode cobrir até extravios de bagagem, furtos e roubos e até mesmo a viagem de uma família em caso de emergência.

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Leia Mais:

O que fazer em Israel: Um roteiro de oito dias pela cidade

Explorando a Jordânia: Como visitar Petra

Reflexões para viajar a Jerusalém e Belém, mesmo que você não seja religioso